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Seis suspeitos são presos por aplicar golpes em seguradoras de veículo

A Divisão de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV), da Polícia Civil de Sergipe, detalhou, nesta quinta-feira, 5, a Operação Metamorfose, que teve como objetivo desarticular um grupo criminoso que atuava com roubo de carros, adulteração dos veículos e fraudes em empresas seguradoras. Na ação policial, seis pessoas foram presas, sendo três em Sergipe e três na Bahia. A operação contou com o apoio da DRFV da Bahia, da Divisão de Inteligência da PCSE (Dipol), da Polícia Militar de Sergipe e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

No decorrer das investigações, foram apreendidos dez veículos, sendo um Corolla, uma L200, três Toro, um Gol, um Civic, um Fiesta, uma Saveiro e um Cruze. O delegado Kassio Viana explicou que o procedimento investigativo teve início em abril deste ano, com a apreensão de um veículo pela PRF. “No dia 15 de abril, a PRF apreendeu uma Toro de cor branca, na cidade de Itabaiana. E a DRFV já vinha investigando o grupo criminoso que roubava, adulterava e vendia veículos em Sergipe e na Bahia”, mencionou.

O procedimento investigativo, conforme citou o delegado, foi transferido para a DRFV. As investigações também apuraram que o grupo fazia falsas comunicações de roubo para acionar o seguro dos veículos. “Trouxemos o procedimento e, a partir daí, começamos a identificar o grupo. Eles também faziam o falso boletim de ocorrência para dar golpe em seguro. Durante todo o período da investigação, vários veículos foram recuperados em parceria com a PRF, que trabalhou de forma brilhante”, enfatizou.

Kassio Viana detalhou que os veículos foram subtraídos tanto na Bahia, quanto em Sergipe. “Mas todos os veículos passaram pelas mãos do adulterador e desse grupo que negociava nos dois estados. Os carros que eram roubados em Sergipe, que chegavam nas mãos desse grupo, passavam pela adulteração. Eles mudavam todos os sinais identificadores, chassi, vidros, e conseguiam segundas vias de documentos autênticos na Bahia. Esse fato está sendo investigado por lá”, contextualizou.

As prisões foram iniciadas na terça-feira, 27 de outubro. Ainda segundo o delegado, os compradores dos veículos foram identificados e sabiam da origem ilícita dos automóveis, já que eram comercializados por valores bem abaixo do custo de venda no mercado legal. Kassio Viana salientou que nas fraudes praticadas contra os seguros, as pessoas também tinham conhecimento da atuação do grupo criminoso.

 

“Esse grupo não atuava só com roubo de carros. Boa parte dos veículos que eles negociavam era de fraude a seguro. A pessoa tinha o carro e contratava o grupo criminoso. Então era feito o boletim de ocorrência como se a pessoa tivesse sido vítima de roubo de veículo. Em seguida, eles vendiam o carro e a pessoa recebia o seguro. As pessoas têm ciência de que o carro era fruto de golpe. Todos os compradores dessa fase da operação já foram identificados”, reiterou.

Foto e Fonte: SSP/SE

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